Mostrar mensagens com a etiqueta Trajanno Nankhova Trajanno. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Trajanno Nankhova Trajanno. Mostrar todas as mensagens

1º poema de queixuma muxiluanda














Foto de "Crónicas da Terra Ardente"




nasce peregrino sorriso sobre o asfalto
no alto da noite que guia os pés
um sorriso prostrado na alma da mão prostrada
arisco sobre o asfalto petisco de uma gestação
palco de maratona visto do dorso da poltrona
desfraldada partitura de uma guitarra dúlcida guitarra
circundante e domiciliar
domiciliar e circundante
na ebriez da árvore semeada de pássaros
no remoinho da seiva da anónima pedra que se ergue
no mastro da chuva
esculpe outro sorriso de costas virado ao sexo de ninfa
sem pretensão e sem geração
sem geração e sem pretensão



Trajanno Nankhova Trajanno

Universalidade do gesto da ave



















derrubadas no grito do meu silêncio sugerem lágrimas
a rima do batom marrom sugere prata suor e ouro
que fenómeno matará a distância?

no deserto eros mãos e sol anunciam o cântico do arco-íris
ao mesmo tempo que a ave
o hino pleno da ave plena anuncia de cristal
o fim do canto do pranto que habita em mim em cada gesto

de riso em riso
tece o convexo sacro-belo da génese da nova poesia
em cada gesto humano da ave
há expresso ensejo universal de nação



Trajanno Nankhova Trajanno

Universalidade do gesto da ave






















derrubadas no grito do meu silêncio sugerem lágrimas
a rima do batom marrom sugere prata suor e ouro
que fenómeno matará a distância?

no deserto eros mãos e sol anunciam o cântico do arco-íris
ao mesmo tempo que a ave
o hino pleno da ave plena anuncia de cristal
o fim do canto do pranto que habita em mim em cada gesto

de riso em riso
tece o convexo sacro-belo da génese da nova poesia
em cada gesto humano da ave
há expresso ensejo universal de nação



Trajanno Nankhova Trajanno