Casulo





















Viver em silêncio. Doce silêncio.
Ruído nenhum. Nem luz, nem sombra.
Só a brisa do tempo.
Olhos fechados, assim como o corpo.
Silêncio sem movimento.
Sem fome, sem sede. Sem ninguém que abale meu terno silêncio.
Doce silêncio, doce sono, só sonhos...
Sonhos de um sono só.
Sozinha em minha cama, eu: pós lagarta, pré borboleta



Pam Orbacam
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1 Response
  1. Pam Orbacam Says:

    Obrigada.
    Vou acompanhar seu blog mais de perto.
    Abraços,
    Pam Orbacam
    http://www.pampoeta.blogspot.com